TCC – Tribos Gastronômicas


Primeira fase concluída com sucesso
15 15UTC Junho 15UTC 2009, 11:17 AM
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Sim, os erros foram muitos mas estamos com grande satisfação do trabnalho apresentado.

Somos o único grupo com um vídeo já editado e com tamanha qualidade apresentada.

Agora é só tocar para o sucesso. 

Erros apresentados:

- Iluminação em alguns pontos;
- Faltam imagens descritivas do local;
- Imagens colocadas no lugar errado.

Acertos:

- Edição;
- Trilha sonora;
- Abertura;
- Desenvoltura;
- Entrevistas;
-Organização.

Pelo o que vocês viram os acertos foram muito maiores!!!!!!!!!!

Para quem for passar por uma situação igual a nossa, tranquilidade é a palavra certa. Se o trabalho foi feita de forma correta, como no nosso casso, não há o que temer. Os professores percebem, isso, e não pega tão pesado.

A banca demorou cerca de 40 minutos, e cntou com a presença de alguns amigos nosso, que graças ao clima de união presente no local também palpitaram positivamente para o andamento da banca.

Obrigada a todos.

E vamos agora realmente começar a fazer o nosso trabalho.

Renata e Max



Dia da decisão
14 14UTC Junho 14UTC 2009, 11:08 AM
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Depois de dois meses de preparação, amanhã será o dia da pré-banca.

Para quem não conhece o termo, é onde o grupo apresenta um resumo do que será o trabalho final.

Como vocês já sabem, vamos apresentar somente o Luar do Parati, porque não conseguimos gravar no outro bar.

O que vamos apresentar amanhã será somete uma mostra mesmo porque não vamos utilizá-lo no TCC final. Será somente um piloto do piloto.

Os avaliadores serão o prefessor Júlio e um convdado.

Então, boa sorte para nós!!!!!!!

 

Renata



“O horror, o horror, o horror” (Apocalipse Now)
9 09UTC Junho 09UTC 2009, 2:11 PM
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Projeto
9 09UTC Junho 09UTC 2009, 12:31 AM
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Para ajudar quem quiser eswcrever o seu projeto inicial, segue aqui o nosso, para servir como exemplo para vocês.

Missão Gastronomia: São Paulo

Nome dos Alunos: Renata Puccinelli e Max Fischer Resumo: Piloto de programa de TV que apresentará aos telespectadores diversas opções de bares em São Paulo.

Assunto: Em São Paulo, o que não falta é lugares diferentes para sair. Muitas vezes ficamos perdidos com as inúmeras opções e acabamos embarcando em lugares errados,que não tem a ver com a nossa cara. Nos pilotos do Missão Gastronomia, vamos apresentar diversos bares, para diferente tribos de São Paulo, explicando em cada um deles, o porquê de você escolhe-lo para sair. Cada programa terá dois blocos, cada um com 15 minutos, onde serão apresentados dois bares opostos em sua essência.

Justificativa: Na atual grade da TV aberta do Brasil não há nenhum programa com essa proposta. Aliás, são poucos os programas dedicados a apresentar bares para o telespectador. Geralmente os bares só são citados em alguma inauguração, quando há alguma celebridade envolvida com ele ou quando há derramamento de sangue. Já na TV a cabo, vemos diversos programas parecidos, mas na sua grande maioria mostrando lugares fora do Brasil. O “Sem reservas”, que passa na Travel and Living apresenta restaurantes/bares de diversas cidades do mundo. Outro programa, que também passa no Travel and Living é “Drinques & Cidades”, onde a repórter apresenta tanto a cidade como seus principais drinques. E são nesses dois programas que vamos basear principalmente o nosso conteúdo. No “Missão Gastronomia”, a nossa intenção é passar ao telespectador a essência do lugar, o motivo que ele deve ser visitado, seja o prato mais vendido, a arquitetura e ambiente do lugar ou o público alvo. Já sobre a abordagem que vamos utilizar, novamente iremos beber da fonte da TV fechada. A linguagem informal e como videorrportagem não é utilizada pelos canais tradicionais, que muitas vezes pecam pelo seu formalismo extremo. Vamos nos basear, de novo, em um programa de TV fechada, chamado “Tribos” (apresentado no Multishow), no “Larica Total” (Canal Brasil), além dos dois programas citados anteriormente. Com essa mistura, faremos um programa totalmente inédito da TV brasileira, que merece ser investido por sua novidade incomparável com os programas já existentes.

Abordagem: Como foi dito na justificativa, o programa terá duração de meia hora televisa (26 minutos), como dois blocos distintos de 15 minutos televisivos (13 minutos), onde em cada bloco será apresentado um bar diferente. Em um dos blocos, o apresentador será Max Fischer. No outro, por sua vez, será Renata Puccinelli. O Modus operandi para a captura de imagens será no estilo de uma vídeoreportagem, com grande parte do programa sendo gravado sem tripé, com a câmera na mão. Os apresentadores do programa atuarão como um cliente que vai ao local a primeira vez, fazendo perguntas curtas aos entrevistados para que o telespectador possa conhecer bem o local. Esse vai ser o olhar que queremos passar para o telespectador, pois seremos uma espécie de “marinheiro de primeira viagem” ao restaurante. A idéia de se fazer desconhecido do lugar também irá permitir uma ligação entre o apresentador e o público, uma vez que ambos serão surpreendidos em cada momento do programa. Personagens curiosos, como maiores freqüentadores, garçom, cozinheiros, recepcionistas também serão explorados na medida em que forem surgindo.

Conteúdos e Método de trabalho: O básico de cada programa é responder ao telespectador as seguintes questões: • Onde fica localizado o bar. • Qual é o melhor horário para freqüentá-lo • Pratos mais pedidos • Qual é o público alvo da casa • Onde é melhor de se sentar • Espírito do local, sugerido através dos frequentadores. Vão ser gravados dois pilotos do programa de 30 minutos cada, onde apresentaremos os seguintes bares:

• Primeiro programa: “Clube do Bolinha X Clube da Luluzinha” É fato que existem bares destinados a agradar apenas um dos gêneros. Sendo assim, no primeiro programa iremos escolher um bar onde a maioria dos clientes é do sexo masculino (no caso, um bar cuja temática é o futebol), enquanto a contrapartida será um lugar frequentado por mulheres. Inicialmente o que diferencia esses dois bares são a forma de decoração, comida e público-alvo, mas não iremos “fechar a cabeça” caso apareçam outros contrastes.

• Segundo programa: “Samba X Cult” (pensar em um nome melhor!!!!) No segundo programa, iremos visitar mais dois bares, onde novamente a arquitetura e público alvo são os diferencias. No primeiro bloco, iremos visitar um local dedicado somente ao bom samba de raiz. Por sua vez, o segundo bloco será voltado para uma casa aonde pensadores, filósofos, críticos de cinema e companhia se aglomeram para discutir sobre assuntos que vão muito além de nossa vã filosofia.

Referências • BOURDAIN, Antony. Cozinha Confidencial. 1º Edição. São Paulo: Companhia das Letras. 2001.

• BOURDAIN, Antony. Em busca do prato perfeito. 1º Edição. São Paulo: Companhia das Letras. 2003.

• LÉVI-STRAUSS, Claude. O cru e o cozido. In: Mitológicas. 10º Edição. São Paulo: Cosac Naify. • STANDAGE, Tom. História do mundo em 6 copos. 2º Edição. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora. 2003.

• Programa “Larica Total”, 1º Temporada. • Programa “Tribos”, 1º Temporada. • Série “Drinques & Cidades”, 1º Temporada. • Série “Sem Reservas”, 1º Temporada.



And now the end is near…
8 08UTC Junho 08UTC 2009, 2:21 PM
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Sim. O fim se aproxima. A Copa do Brasil está para acabar, as provas vão passando e o cheiro de vadiagem ( ou seria maconha) exala de cada poro da Comfil. E já no ritmo de despedida, pesquisando sobre programas de culinária para o TCC, achei o último episódio da série que é um dos pilares da minha cozinha: O Larica Total.

Resumindo a história, o programa é:  pouca comida + carioca engraçado + filmagem estranha. Ou seja, coisa boa…

Bem, sendo assim, eu acho que esse serão meus últimos dois posts nesse semestre. Mas não chore por mim Maradona ( que me fez ganhar 20 reais numa aposta), pois na primeira semana de Agosto estarei de volta com forças totais, a menos que eu acabe decidindo largar tudo e abrir uma churrascaria em Bombaim.



Resenha – Sem Reservas
7 07UTC Junho 07UTC 2009, 11:37 AM
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Última coluna do semestre. Ao leitor desatento, se ele existir, eu entro de férias na próxima segunda-feira, dia 14, e não volto até o começo de novembro. Nesse meio tempo irei me dedicar ao TCC, a terminar um conto que está roubando o meu sono há algumas semanas e, logicamente, fazer algumas experiências gastronômicas…

Como essa é a última coluna, separei um filme, em vez de um livro. Bem, mas vamos ao que interessa antes que comece o glorioso jogo da tarde no Brasileirão.

Refilmagem da comédia alemã Simplesmente Martha (2001), Sem Reservas (2007) não possui nenhum elemento novo. Resumindo o filme, nada como misturar uma criança carismática, uma mulher solitária e um homem sem muita coisa na cabeça, juntar com uma boa trilha sonora e um roteiro razoável e, voalá, temos mais uma comédia romântica para o final da semana do dia dos namorados.

Mas por qual razão esse filme está sendo comentado para um blog de gastronomia, me pergunta o colega do lado que estuda os números do confronto entre Irlanda e Inglaterra. Simples, a mulher solitária é Kate (Catherine Zeta-Jones), uma respeitada chef que trabalha em um restaurante nova-iorquino. A criança é sua sobrinha Zoe (Abigail Breslin), que passa a morar com Kate depois da morte de sua mãe na estrada. E quando desastre pouco é bobagem (e viva os lugares comuns), Kate também vê sua cozinha ser invadida por Nick (Aaron Eckhart), um subchef que a única rigidez que interessa é a do seu spaguetti.

Sem Reservas é um filme bastante simpático. Diferentemente da obra alemã, que também merece ser vista, a versão norte-americana foca mais o relacionamento amoroso de Kate. Embora, para ser sincero, o filme acaba prendendo mais a atenção pela beleza de Catherine Zeta-Jones, a expressão carismática de Aaron Eckhart e a presença de cena de Abigail Breslin, que brilhou em Pequena Miss Sunshine.

Para ver o Trailer, clique aqui

Ficha Técnica
Título Original: No Reservations
Gênero: Comédia Romântica
Tempo de Duração: 123 minutos
Ano de Lançamento (EUA / Austrália): 2007
Site Oficial: www.semreservas.com.br
Estúdio: Warner Bros. Pictures / Castle Rock Entertainment / Village Distribuição: Warner Bros. Pictures
Direção: Scott Hicks
Roteiro: Carol Fuchs, baseado em roteiro de Sandra Nettelbeck
Produção: Sergio Aguero e Kerry Heysen
Música: Philip Glass
Fotografia: Stuart Dryburgh



Antony em Sampa (final)
3 03UTC Junho 03UTC 2009, 3:22 PM
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Tony em Sampa (parte 4 de 5)
1 01UTC Junho 01UTC 2009, 8:57 AM
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Quer comer macarrão e não engordar? Basta usar o “dente”.
30 30UTC Maio 30UTC 2009, 11:41 AM
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É fato que 90% das pessoas adoram comida italiana e que, por “comida italiana”, essas mesmas pessoas entendem uma única coisa: macarrão. É fato, também, que o macarrão é uma bomba calórica. Porém, existem pequenos truques que tornam a macarronada do domingo que a sua avó faz com tanto carinho, enquanto você discute com seu avô se o Santos de Pelé ou a Academia de Ademir da Guia seriam páreos para o jogo do atual Barcelona, seja menos abusiva com a sua cintura.

Que truques?

Primeiro: Quanto mais “al dente” a massa estiver, menos calórica ela será para o seu organismo. Massa “al dente”, para quem não sabe, é a massa que, embora cozida, se mostra resistente à mordida ( daí o “dente”). Ou seja: pare de cozinhar o macarrão até deixá-lo em ponto de sopa porque isso vai te engordar muito mais do que uma massa no ponto certo de cozimento. Como essa modalidade é a favorita entre os italianos, isso explica o porque deles serem bem mais magros que os americanos.

Segundo: Diga não aos molhos prontos. Aquela coisa vermelha, que definitivamente Essas pragas possuem tantos conservantes em sua composição que o resultado final é sempre terrível.

Se o seu tempo é curto ( ou você é preguiçoso), opte pelas polpas de tomate (menos calóricas que os molhos prontos) ou use aquilo que a maior parte dos restaurantes usa: tomates em lata. Com uma lata de tomates sem pele e sem semente, dois dentes de alho (ótimo para ajudar a manter a pressão baixa), azeite de boa qualidade e folhas frescas de manjericão é possível fazer um molho em menos de 5 minutos infinitamente menos calórico que um molho pronto. Outra dica é usar ervas no molho, pois elas permitem um sabor melhor e menos prejudicial do que o sal.

Lembrando sempre que você deve mastigar cada pedaço de macarrão umas 30 vezes. Isso facilitará a digestão e impedirá que algum pedaço de massa seja mal-diregido e possa causar algum problema mais grave que uns quilos a mais da próxima vez que você se pesar.



Antony em Sampa (3 de 5)
30 30UTC Maio 30UTC 2009, 12:43 AM
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